Se você procura salas comercias para investir, uma ótima opção é o Gavea Bussines. O empreendimento é um centro comercial com excelente infraestrutura, localizado na zona sul, próxmo ao Uberlândia Shooping.
São três pavimentos com mais de 307 vagas na garagem.Â
Além de salas comerciais de 28,69 m² a 88,16 m², o empreendimento conta também com lojas voltadas para o público AB.
Agende uma visita com nossos corretores no 3239 7152.
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O bom momento do mercado imobiliário tem atraÃdo profissionais de outras áreas. A publicitária Thais Oncken, 39 anos, resolveu deixar o setor no qual atuou por cerca de duas décadas para dedicar-se à corretagem de imóveis. “Queria um trabalho que remunerasse bem, com horários flexÃveisâ€, diz. Como tinha amigos que trabalhavam no ramo, informou-se e resolveu tentar. Ela conta que o começo, na corretagem de imóveis usados, não foi como o esperado. “Estava complicado, mas depois parti para a venda de lançamentos, onde me encontrei.â€Jornal da Tarde
Após trabalhar durante mais de dez anos com direito de famÃlia, a advogada Christiane Carvalho, 38 anos, decidiu-se pelo ramo imobiliário. “Em março, realizei um desejo que acalentava há dois anosâ€, conta ela. Obteve a vaga por meio de currÃculo que deixou com uma amiga que trabalhava em uma grande imobiliária. “Sou responsável pela redação de contratos e assessoro os clientes até a escritura ficar prontaâ€, explica.
O segmento de comércio e administração de imóveis abriu mais de 8 mil novos postos de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo em janeiro. O número representa 46% das 18 mil vagas criadas no setor de serviços em janeiro, maior número para o mês desde 2007.
Silvio Paixão, professor de macroeconomia e cenários econômicos da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), reputa o desempenho ao bom momento do mercado imobiliário. De acordo com dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), ao longo de 2010 foram lançadas cerca de 37 mil unidades só na capital paulista. Esse número é 18% superior ao registrado em 2009.
Denise Delboni, professora de relações do trabalho da Fundação Armando Ãlvares Penteado (Faap), também atribui à boa fase do mercado imobiliário o crescimento da oferta de postos de trabalho no segmento de serviços e acredita que a maré continuará favorável, ao menos neste semestre. “O ritmo de contratações deve seguir como está, mas o segundo semestre é uma incógnita, por causa do aumento dos juros e da medida em que a inflação estiver controladaâ€, avalia a professora.
Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis, afirma que a empresa abriu uma nova filial em Pinheiros, zona oeste da capital, e prepara-se para ter mais uma unidade na Mooca, zona leste. “Contratamos gerentes de vendas, de locação e corretoresâ€, conta.
Segundo Roseli, a empresa costuma treinar seus próprios corretores, além de contratar no mercado. Ela diz que o corretor de hoje, para obter êxito, deve especializar-se em um segmento de imóveis e conhecer detalhes sobre as condições das unidades que estiverem sob sua responsabilidade para venda. “Também é importante saber usar as redes sociais da internet, além de dirigir e vestir-se adequadamenteâ€, ensina.
A executiva da Lello Imóveis afirma que um corretor pode tirar de R$ 12 mil a R$ 15 mil por mês. “Há casos em que o valor pode chegar a R$ 50 mil, mas não há salário fixo. Só ganha se venderâ€, avisa. De acordo com a tabela do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), a comissão recebida pelo corretor fica entre 6% e 8% do valor da venda.
José Roberto Sanchez, 55 anos, é corretor há vinte e recentemente trocou de empresa, aproveitando o bom momento do mercado. Ele afirma que o corretor de hoje tem mais canais de informações sobre os imóveis, como fotos. “Há 20 anos tÃnhamos apenas a ficha datilografada com os dados básicosâ€, conta. De acordo com Sanchez, o profissional deve conhecer diversos bairros e não apenas pontos especÃficos das cidades.
Para ele, o curso superior é importante, mas não é fundamental para o sucesso. “O importante é ralar. Trabalho cerca de 16 horas por dia, em médiaâ€, afirma ele, que estudou até o ensino médio.
Marcos Burghi
Fonte:
CORES NEUTRAS
Acolhedor e pessoal, o dormitório de casal deve agradar ao estilo dos dois moradores do quarto. A escolha das cores, objetos e mobiliário precisa ser criteriosa para uma composição harmônica.
A união do clássico e do high-tech foi a proposta da arquiteta e designer de interiores Brunete Fraccaroli ao conceber um apartamento elegante e funcional.
As paredes do quarto de 20 m² estão revestidas com papel estampado. Para dar um ar aconchegante ao ambiente foram usados pendentes e arandelas, além de cores que proporcionam tranquilidade.
O quarto acima projetado por Denise Monteiro procurou aproveitar o espaço do dormitório atendendo a necessidade do casal. A profissional optou pelo piso de madeira, pois ele garante mais aconchego. Cores neutras e leves são contrastadas com toques de tons vibrantes. “Simetria, equilÃbrio e toques de cores dão personalidade aos ambientes”, completa Monteiro.
SUSTENTÃVEIS
Na cabeceira do quarto de 16 metros quadrados, Marcelo Rosset fez um revestimento de couro ecológico branco com uma moldura em madeira escurecida, com um detalhe de volume nas laterais.
Acima da cabeceira, como apoio, um pequeno nicho iluminado e revestido com espelho dá um toque de sofisticação. Nas laterais, um painel ripado em madeira escurecida dá sobriedade ao dormitório. O criado mudo laqueado branco combina com os detalhes do enxoval fazendo um contraponto com o fundo escuro.
Samia Saraydine Testa e Renata Seripieri projetaram uma suÃte de 100 metros quadrados que aposta na sustentabilidade com piso em bambu, tecidos e fibras naturais e móveis com madeira certificada, fabricados por indústria brasileira.
Uma cama com a cabeceira em couro trançado remete ao Nordeste. Uma designer de iluminação desenvolveu o lustre e os abajures do quarto em murano, especialmente para o ambiente. Palha de seda e linho revestem as paredes.
ROMÂNTICOS
Maximira Durigan procurou dar um tom clássico moderno ao quarto do jovem casal. O uso de um painel em seda adamascado atrás da cama, os espelhos refletindo a cortina de seda lisa com pingentes de cristais e a roupa de cama também em seda compõem a atmosfera romântica do ambiente. “A novidade desse quarto foi usar um grande lustre de cristal na cabeceira, que deu um charme no espaço”, afirma Maximira.
Com inspiração clássica, Samy Dayan e Ricky Dayan utilizaram cores claras e móveis de diferentes épocas. A colcha em pique branca e algumas almofadas coloridas dão o toque de cor no ambiente. A cortina é silhouete e aproveita pés direitos altos.
Para Ricky Dayan, o principal desafio na hora de decorar um quarto é a composição do mobiliário. O estilo de um quarto depende dos móveis com que a proprietária se identifica e que gostaria de usar no seu dia a dia. “Muitas vezes a cliente já possui alguns móveis e o desafio do decorador é misturar estes com novos elementos criando uma identidade única e original”, completa.
Vender ou alugar um imóvel é uma tarefa que pode levar meses para ser concretizada!
Dica 1 – sugira um preço justo
Na avaliação deixe o corretor ajudá-lo sugerindo um preço justo, evite pedir um preço muito alto, planejando abaixar depois, levará mais tempo para o imóvel ser vendido, o que acarretara mais custos e os prováveis compradores vão perdendo o interesse. Conhecer o valor da sua casa é um passo importante. Seja realista e não deixe se levar por fatores emocionais.
Dica 2 – nada de bagunça
Bagunça, roupa pendurada no varal, materiais de construção, sujeira, louça na pia e lixo causam má impressão em quem está procurando um imóvel. Antes de receber a visita de um interessado, deixe a casa em ordem.
É importante que tudo esteja muito limpo, principalmente a cozinha e os banheiros. Arrume os armários dos quartos e organize os utensÃlios domésticos na cozinha. Além de melhorar o aspecto da casa, deixando tudo em ordem vai fazer com que os armários e os ambientes pareçam maiores
Dica 3 – aumente o “espaço†interno
Tire móveis em excesso de cômodos pequenos. Estantes, sofás grandes, cômodas largas atrapalham o fluxo e diminuem os espaços da casa. Se não der para retirar esses móveis, tente reorganizá-los para aumentar a sensação de amplitude.
Dica 4 – área iluminada e arejada é muito melhor
Na hora de receber os visitantes, abra as janelas, acenda as luzes, deixe tudo bem iluminado. Procure eliminar odores desagradáveis, como de animais domésticos, cigarro e fritura. Deixe a casa perfumada, cheirando a limpeza e com uma sensação de frescor. Esses pequenos cuidados irão causa uma boa impressão em quem estiver conhecendo seu imóvel.
É importante reparar janelas, portas e pintar a casa. Não é necessário pintar a casa inteira, mas apenas os ambientes que estiverem com as paredes manchadas, sujas ou emboloradas. Prefira cores claras, que aumentam os ambientes. Se houver trincas, providencie imediatamente a solução desse problema, já que ele causa um grande desconforto nos interessados.
Dica 5 – limpe e organize o jardim
Com relação à área externa, tenha em mente que um jardim mal cuidado causa péssima impressão nos visitantes. Corte a grama, retire as folhas secas, arranque matos, plante novas espécies para melhorar o aspecto do jardim.
Dica 6 – a documentação está pronta para ser usada?
Documentação correta, assegure-se de quais atos precisam ser feitos e pagos. Saiba qual documentação deverá ser apresentada para concretizar a venda e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação. Tenha sempre em mão, e organizadamente, toda a documentação do imóvel.
Dica 7 – confie no seu corretor
Negociações exigem habilidades, treinamento e experiência, portanto assessoria de um corretor é imprescindÃvel, pois o envolvimento direto proprietário/ comprador provoca emoções que prejudicam a habilidade de negociar e freqüentemente acabam em más negociações.
Desde 2009, o mercado imobiliário de Uberlândia apresenta um quadro de aumento crescente no valor dos imóveis, fenômeno este que já vinha acontecendo havia mais de quatro anos nas grandes cidades brasileiras.
O fato de nossa economia estar se ampliando com Ãndices acima dos paÃses desenvolvidos, nossa distribuição de renda ter melhorado significativamente, ampliando assim nossa oferta de empregos internos, levou a uma ascendência das classes C e D (a classe C cresceu 34% de 2003 a 2009, segundo a FGV Rio), que têm consumido muito mais produtos e serviços, permitindo que a nação criasse um cÃrculo virtuoso de desenvolvimento.
O governo, sensibilizado pela carência de habitações para a população e sabedor que este é um dos maiores sonhos dos brasileiros, aumentou o volume e os prazos para financiamentos e reduziu juros, além de criar subsÃdios para a aquisição de imóveis para moradia, para as classes menos privilegiadas, surgindo então o programa Minha casa, Minha vida.
As grandes construtoras e incorporadoras nacionais, ao vislumbrarem a oportunidade aberta pela procura e pela facilidade de crédito, se deslocaram também para as cidades de médio porte à procura de áreas para lançamentos imobiliários.
Em nossa cidade, as propriedades que há pouco mais de dois anos estavam com os preços defasados, com a intensa busca e venda de terrenos e glebas, tiveram aumentos crescentes de preços, extrapolando em alguns casos os seus valores reais. Esta variação radical no panorama imobiliário é explicada pela compra de imóveis por parte dos consumidores represada há muito tempo (aà incluindo também as classes A e B, que cresceram, respectivamente, 41% e 38% entre 2003 e 2009, segundo a FGV Rio) e pela falta de materiais e mão de obra, em função do enorme incremento de novas edificações, que causam aumentos nos custos.
Esta nova situação surpreendente e interessante é benigna e produz um efeito de oxigenação na economia, porém, como toda mudança, provoca distorções que precisam ser corrigidas.
O mercado imobiliário sempre foi regido pela lei da oferta e procura. Neste momento estamos com a balança positiva pendendo para o lado da procura, o que torna os preços mais altos para o comprador. Esta situação é normal, na medida em que o comprador também está ganhando mais, e a vontade de ter um imóvel próprio, sujeito a valorização, suplanta a prudência da espera.
O comprador que já adquiriu experiência com as mudanças tem sinalizado que alguns produtos do setor, principalmente no quesito preço de venda de áreas e terrenos, tiveram aumentos acima do mercado e começam a questionar se estão pagando o valor justo pelas propriedades.
O que fica claro neste momento é que os preços tendem a se estabilizar por um tempo maior. Para que a comercialização dos imóveis se mantenha nos nÃveis atuais, é necessário bom senso e capacidade por parte dos vendedores em abrir mão de lucros excessivos. Quanto à possibilidade de criação de bolha imobiliária, como nos Estados Unidos, temos a nosso favor a capacidade dos bancos de exigir cadastros rigorosos e diminuir o volume e prazos dos empréstimos quando for necessário, o déficit habitacional da baixa renda, que é de mais de cinco milhões de unidades e a continuidade da melhoria do poder aquisitivo de todas as classes.
CÃcero Heraldo Novaes
Engenheiro e empresário
Diretor da CDL
Com o sucesso de suas vendas, em 1890, Monet comprou o terreno e foi lentamente adquirindo algumas terras à volta de sua propriedade, criando um paraÃso natural com a ajuda de uma equipe de dez jardineiros e três motoristas. O artista plantou inúmeras espécies de flores, plantas ornamentais e árvores frutÃferas. Criou espontaneamente dois jardins – Jardim d’Ãgua e Jardim da Normandia – e deixou que a natureza se encarregasse de ditar a beleza e a estética visual do lugar.Â
No final de sua vida, o artista havia plantado mais de 1.800 espécies de flores e plantas, que conviviam em harmonia singular. Raros bambus japoneses, macieiras, azaleias, framboesas, Ãris, tulipas, rosas, limoeiros, rosas chinesas, miosótis, dálias, girassóis e hortênsias – para citar algumas – em suas cores variadas e cada qual com floração em data especÃfica e planejada, faziam com que o jardim se mantivesse belo e colorido durante todos os dias do ano.
“Quando estava fora de casa, Monet sentia falta de sua companheira (Camille Doncieux), de suas crianças, de seus ateliês, de seus dois jardins e principalmente de suas flores. Ele tomava sempre um banho gelado matinal e um café reforçado na companhia de um de seus filhos, antes de começar o seu dia de trabalho. Em seguida, abria a porta da cozinha e saÃa para trabalhar em seus jardins, onde tudo respirava e tinha vida e onde o tempo paravaâ€, diz Claire Joyes, esposa do bisneto de Claude Monet e escritora das principais biografias do artista.